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     Disponibilizar a todo o mercado as mais modernas ferramentas direcionadas ao prazer, atuando de forma profissional e ética, buscando a satisfação dos clientes e o crescimento sustentado da empresa, sendo uma empresa socialmente responsável.


     Ser referência regional em produtos e serviços relacionados ao prazer.


     Confidencialidade, discrição, atualização, atendimento, respeito, lucro.



     Após pesquisas e acompanhamento detalhado do mercado, os empresários Antonio e Joseane Gonçalves perceberam que Caxias já comportava um ambiente diferenciado, com foco no segmento de acessórios eróticos. Foi quando, em agosto de 2006, optaram por empreender nesse segmento de mercado e iniciaram as atividades da Fréya Acessórios Eróticos, uma loja eclética, com o objetivo de fornecer não apenas produtos sensuais, mas um extenso mix de serviços mantendo seus clientes atualizados em todos os segmentos direcionados ao prazer.



     Focada numa clientela seleta e altamente exigente, disponibiliza um atendimento diferenciado e qualificado, sempre acompanhando as constantes evoluções das novas tecnologias do mercado erótico. Em permanente atualização, com freqüente participação em feiras específicas do setor e em visitas a fornecedores do centro do país. Possui uma política de atuação focada na satisfação de seus clientes, utilizando um padrão de loja moderna e clean, com layout bem planejado, fornecendo os melhores produtos e serviços, criando um ambiente propício para o bem estar dos clientes.




     Como é muito marcante, se traduz em suas conotações que são sempre extremas: extrema coragem, extremo amor, extremo perigo, extremo desejo e inferno. É uma cor poderosa e quando as mulheres querem esbanjar sensualidade, vestido vermelho, unhas vermelhas e batom vermelho são os primeiros que vêem às suas cabeças. Pode-se explicar tal conexão com fundamentos científicos. O vermelho, por ser uma cor quente, está ligado subconscientemente ao amor, à paixão, aos desejos e a sentimentos intensos.


      É a cor do mistério e mantém as intenções no anonimato. Instiga a curiosidade das pessoas, ao mesmo tempo em que se consegue passar despercebido com ela, que camufla as verdades ao exterior. Esta cor está ligada ao poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério.



A atitude sensual é aquela que nos torna verdadeiramente conscientes do "sentir", e nos convida a estar presentes com todo o nosso Ser quando tocamos, ouvimos, olhamos, falamos e percebemos aromas e odores.

O erótico é um adjetivo oriundo da sensualidade. É um aspecto do ser humano que vai muito além da forma explícita que algumas pessoas imprimem. A sensualidade convida à fantasia, à expressão individual de cada um, e parece fazer parte dos seus talentos naturais.



     Os europeus do norte chamaram sua Deusa sensual de Fréya, que significa "concubina" e deram seu nome para o sexto dia da semana, a Sexta-feira, ou "Friday".  Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Niord e Skade(Skadi), o deus do mar, e irmã de Frey, ela é a deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor e da atração, da luxúria, da música e das Flores. Teve muitos maridos e amantes, que aparentemente mereceu as acusações de Loki de ser muito volúvel, pois havia amado e casado com muitos Deuses.

     Como Deusa da Beleza, Fréya, igual a todas as mulheres, era apaixonada por vestidos e jóias preciosas, então se tornou proprietária de um belo colar (Brinsingamen), um poderoso equilíbrio da Serpente Midgard e um símbolo de fertilidade. Tais atributos correspondem à Lua Cheia.O colar mágico da Deusa, tinha o dom de fazer desaparecer os sentimentos dolorosos.

     Fréya também era orgulhosa proprietária de um manto de plumas de falcão. Quando Fréya aparecia envolta em seu manto de plumas de falcão e não usando nada a não ser seu colar mágico de âmbar, ninguém podia resistir a ela. O manto de penas de falcão lhe permitia que se transformasse em um pássaro, viajasse para qualquer dos mundos e retornasse com profecias



     Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Niord e Skade(Skadi), o deus do mar, e irmã de Frey, ela é a deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor e da atração, da luxúria, da música e das Flores.

     Os europeus do norte chamaram sua Deusa sensual de Fréya, que significa "concubina" e deram seu nome para o sexto dia da semana, a Sexta-feira, ou "Friday". Quando Fréya chegou a Asgard, os Deuses caíram apaixonados por sua beleza e elegância que lhe concederam o reino de Folkvang e o Grande Palácio de Sessrymnir, onde a Deusa podia acomodar todos os seus admiradores e os espíritos dos guerreiros mortos nas batalhas.



     Fréya por ser tão bonita, despertou o amor de Deuses, Gigantes e Gnomos e todos tiveram a sua vez, para tentar obtê-la como esposa. Porém, Fréya desdenhou os feios Gigantes, e inclusive rechaçou a Thrym quando Loki e Thor a obrigaram a aceitá-lo como marido. Entretanto, não era tão inflexível quando tratava-se dos Deuses, pois como personificação da Terra, desposou: Odin (o Céu), Freyr (o irmão que representa a chuva fertilizante), Odur (a luz do Sol), entre outros.

     Teve muitos maridos e amantes, que aparentemente mereceu as acusações de Loki de ser muito volúvel, pois havia amado e casado com muitos Deuses.



     Como Deusa da Beleza, Fréya, igual a todas as mulheres, era apaixonada por vestidos e jóias preciosas. Um dia, enquanto se encontrava em Svartalfrein, o reino debaixo da terra, viu quatro gnomos fabricando um belo colar. Quando a Deusa o viu pela primeira vez, decidiu que deveria ser seu, mas os gnomos não o queriam vender. No entanto, eles a presenteariam com o colar se ela passasse uma noite com cada um deles. Sem hesitar, Freya concordou e tornou-se proprietária de Brinsingamen (colar), um poderoso equilíbrio da Serpente Midgard e um símbolo de fertilidade. Tais atributos correspondem à Lua Cheia.

     O colar mágico que Freya usava foi obra dos artesões conhecidos como Brisings: Allfrigg, Dvalin, Berling e Grerr.

     A inveja e a cobiça de Odin por tal jóia e pelo meio através do qual Fréya a obteve o levou a ordenar ao deus gigante Loki que roubasse o colar. Para recuperá-lo, Fréya deveria concordar com uma obscura ordem de Odin: deveria incitar a guerra entre reis e grandes exércitos para depois reencarnar os guerreiros mortos para que lutassem novamente.

     Fréya também era orgulhosa proprietária de um manto de plumas de falcão. Quando Fréya aparecia envolta em seu manto de plumas de falcão e não usando nada a não ser seu colar mágico de âmbar, ninguém podia resistir a ela. O manto de penas, lhe permitia voar entre os mundos.

     Já o colar mágico da Deusa, tinha o dom de fazer desaparecer os sentimentos dolorosos. Este colar se rompeu uma vez, segundo uma lenda, por ira da Deusa ao tomar conhecimento de que um gigante havia roubado o martelo de Thor e pedia sua mão para devolver a arma do Deus do Trovão.



     Com o nome de Valfreya comandava as Valquírias nos campos de batalha, reclamando para si, metade dos heróis mortos. Era representada portando escudo e lança, estando somente a metade inferior de seu corpo vestida com o atavio solto habitual das mulheres.

     Fréya transportava os mortos eleitos até Folkvang, onde eram devidamente agasalhados. Ali eram bem-vindas também, todas as donzelas puras e as esposas dos chefes, para que pudessem desfrutar da companhia de seus amantes e esposos depois da morte.

     Os encantos e prazeres de sua morada eram tão encantadores e sedutores que as as mulheres nórdicas, as vezes, corriam para o meio da batalha quando seus amados eram mortos, com a esperança de terem a mesma sorte, ou deixavam-se cair sobre suas espadas, ou ainda, ardiam voluntariamente na mesma pira funerária em que queimavam os restos de seus amados.

     Muito embora, Fréya seja regente da morte, Rainha das Valquírias, as condutoras das almas dos mortos em combate, ela não era uma Deusa atemorizadora, pois sua essência era o poder do amor e da sexualidade, embelezando e enriquecendo a vida.

     Ela era ainda, a única que cultivava as maçãs douradas de que se alimentavam os deuses lhes conferindo a graça da juventude eterna.

     Como acreditava-se que Fréya escutava a oração dos apaixonados, esses sempre a invocavam e era costume compor canções de amor em sua honra, as quais eram cantadas em ocasiões festivas. Na Alemanha, seu nome era usado com o significado do verbo "cortejar". Este aspecto da Deusa, também conhecida como líder das Valquírias, a conecta à Lua Nova. Deusa Xamã

     É considerada ainda, a Deusa da magia e da adivinhação. Ela era quem iniciava os deuses na arte da magia.

     A magia de Freya era xamanística por natureza, como indica seu vestido ou manto de pele de falcão, que permitia que se transformasse em um pássaro, viajasse para qualquer dos mundos e retornasse com profecias. A Deusa, aliás, emprestou a Loki a sua plumagem de falcão para que ele fosse libertar Idunn, a Deusa Guardiã da Maçã da Juventude, raptada pelo gigante Thjazi, metamorfoseado em águia.

     Os xamãs atuais julgam tal habilidade de efetuar viagens astrais como necessárias para a previsão do futuro e para obter sabedoria. Entre os nórdicos, esta habilidade presenteada por Freya, era chamada Seidhr.







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